Servidores e estudantes do Ifal realizam paralisação contra ponto eletrônico e medidas impopulares de governo

Da Redação

Os servidores e estudantes do Instituto Federal de Alagoas realizaram nesta terça-feira, dia 1º, uma paralisação das atividades nas próximas 24horas contra a instalação do ponto eletrônico e as medidas impopulares do governo golpista – agora efetivo – Michel Temer (PMDB).

De acordo com a assessoria, a mobilização foi aderida nos campi de Marechal Deodoro, Satuba, Piranhas, Maragogi e outros que estão completamente paradas. Em Maceió apenas algumas salas estão tendo atividade.

A mobilização – na capital – se concentra nas instalações do prédio da reitora que fica localizado no bairro da Jatiúca, parte baixa de Maceió, e foi aderida pelos servidores técnicos e professores, além da classe estudantil.

A categoria aderiu a paralisação após uma decisão coletiva que esta em lutar contra retrocessos no âmbito nacional e local, entre elas a PEC 241/16 que – para o presidente do Sintietfal, Hugo Brandão, por meio de assessoria – seria “principal ameaça hoje à educação pública”.

“Estamos em luta contra ataques do governo golpista de Temer que quer acabar com a educação e os serviços públicos, assim como contra a Reitoria que quer restringir direitos e fazer os servidores pagarem pela crise”, destacou o presidente.

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NOTA DE REPÚDIO

Os servidores técnico­-administrativos (TAEs) do IFAL ­ Campus Maceió repudiam a decisão discriminatória e segregadora do reitor Sérgio Teixeira, que, ao instituir a política de uso do ponto eletrônico e registro da jornada de trabalho diária dos servidores técnico­administrativos do IFAL, aposta no divisionismo, quando isenta os docentes que exercem cargo de função do referido registro. E aqui não questionam o registro do ponto dos docentes em suas atividades acadêmicas, entendendo como legítimo o exercício desse direito.

Os TAEs do IFAL ­ Campus Maceió declaram que não temem o controle eletrônico de frequência, nem qualquer outro mecanismo nesse sentido. Contudo, questionam porque a reitoria permite que haja diferença no exercício de função entre docente e técnico, uma vez que permite que docente em cargo de função pode exercer suas atividades acadêmicas durante o seu horário do exercício da gestão. Antes de aceitarmos tal imposição, acreditamos que aquela reitoria deve comprovar, mediante documentos oficiais, a legalidade de tal situação.

Os TAEs do IFAL anseiam por uma política institucional humana e verdadeiramente produtiva, com diretriz eficaz emanada da reitoria e esperam que o reitor no exercício de um ato que lhe é discricionário na condição de gestor maior deste complexo educacional, tenha a sensatez de estabelecer a manutenção do histórico sistema de controle de frequência para todos os
servidores, indiscriminadamente, e a flexibilização da jornada para os técnicos administrativos em educação.

Maceió, 30 de agosto de 2016.

Imagem destacada: Sintietfal

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